23 de setembro de 2015

Já li e Amei: Cartas Amarelas

Fotografia da capa e contra-capa: Leo Horta
Sabe aquele livro que você compra porque acha fofo e se identifica com o autor.
Foi isso que aconteceu com este, e ainda fiquei super ansiosa para recebe-lô. Parece que a espera foi de meses, hehehe. Quando na verdade foram só 10 dias.

Conheci o autor Gui Poulain (do blog Moldando Afeto) pela blogueira Lu Ferreira, do Chata de Galocha. Desde que eles lançaram o projeto de vídeos O Chef e a Chata eu assisto todos. Sou muito fã dos dois.


Foi aí que descobri o lançamento do livro Cartas Amarelas. E fiquei louca, eu tinha que ter. Pois também amo as ilustrações do próprio Gui Poulain. Gente a letra dele é incrível.

Sinopse: 

"Como digo 'amour' em português?" - ele me perguntou. "Amor", respondi. "Como dizer, de forma fofa, quando algo é 'petit'?". "É só colocar um ‘inho’ ou ‘inha’ no fim da palavra, dependendo se é uma palavra no masculino ou feminino". Foi nesse dia que ganhei de um francês o apelido de 'amorinho', assim, sem o 'z'. Talvez a vida seja feita desses pequenos afetos. Dessas coisas que nos deixam corados. Vivi inúmeras descobertas em Paris: a dos sabores tão ricos da gastronomia francesa - e também das memórias de família; a dos amores, conhecendo novos amigos e amantes; a das cores, do azul cobalto do céu das noites de primavera ao amarelo das árvores no outono. Esse livro é pra quem quer se achar se perdendo por aí. Pra quem sabe que a cozinha é o melhor lugar de um lar. E pra quem gosta da vida. Pois ela gosta mesmo é de quem gosta dela.

Informações:
- 232 páginas
- 56 receitas (14 ilustradas + 42 fotografadas)
- 48 cartas amarelas
- capa dura e costura

Valor: R$ 90,00 + frete

Por se tratar de um lançamento independente, você pode comprar o seu livro aqui, com o próprio Gui Poulain.

Li este livro no último sábado à tarde, neste tempinho chato que está fazendo em Porto Alegre na última semana (que não para de chover NUNCA). E acompanhada de uma xícara de chá bem quentinha.

Foi mais de uma hora folheando o livro, suspirando, rindo e chorando com as quase 50 cartas amarelas. A cada ilustração do Gui que aparecia eu sorria, como pode uma pessoa ter tanto talento. 
A diagramação do livro é tão perfeita e tudo foi tão bem cuidado e pensado que dá até um certo orgulho em tê-lo. Não é por menos que o livro já está em um lugar especial da minha estante. Tá lá quietinho enfeitando meu quarto, onde posso vê-lo todos os dias, aguardando que eu o leia de novo. E sim vou ler, porque livro bom é aquele que você tem vontade de ler sempre.

Fotos: Moldando Afeto e Instagram @MonicaPorto
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